quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

E nesta quinta, 30 de janeiro, tem Pop Rock & Futebol no Terraço Supera


É a partir das 19h30. Esquenta para o jogão do Timão diante de Ponte Preta. Venha curtir com a gente neste nosso espaço bacana e com promoção do baldo da Estrella Galícia!  Música ao vivo de qualidade, mega telão e promoção legal?  Alô, sócios do timão! Venha e traga seus amigos de clube e familiares.








E a Feijoada do Terraço Supera já é sucesso!

Música ao vivo e um mega telão onde os sócios e visitantes poderão acompanhar o Paulistão 2020 e mesmo shows de sucesso da música brasileira e mundial. São as outras atrações da Feijoada Supera do Sport Club Corinthians Paulista. 

A Feijoada campeã já começa com a promoção "a primeira caipirinha é nossa!" e continua com  os sabores deliciosos que a nossa equipe comandada pelo Chef Branco prepara com carinho e dedicação.

O resultado?  Festa e reunião gostosa de amigos, da família, da comunidade de sócios do Timão e seus convidados.  Todos os sábados a partir das 12h00.  E o preço?  Fantástico. Alô, sócio do timão! Venha e traga seus amigos do clube e seus familiares. 















sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Nova parceria no atendimento a Clubes

Estamos finalizando este 2019 com muitos novos contratos e alguns deles são diferenciados, de fato. Começamos a atender uma nova área de ação que são CLUBES (associativos, desportivos, culturais).

E no nosso portfólio, temos um dos maiores do Brasil, com muita honra. Administramos o restaurante, lanchonete e snack bar da sede do Sport Club Corinthians Paulista! 

E não atendemos apenas aos associados. De terça  a sexta-feira, um cardápio muito especial e gostoso para todos os sócios, amigos e familiares que quiserem visitar nosso espaço na Av. Condessa Elizabeth de Robiano, 934 - Parque São Jorge, na zona leste paulistana. De sábado a famosa Feijoada Terraço Supera a preço incrível. Você também pode optar pelo Restaurante Supera do primeiro andar, aos sábados e domingão, sempre com promoções e preços muito convidativos. 




quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Benefício refeição não dura até o final do mês

Milhões de brasileiros recebem o benefício refeição de seus empregadores. Entretanto, o valor mensal recebido não dura até o final do mês para 81,51% dos trabalhadores, segundo levantamento realizado pela Sodexo Benefícios e Incentivos, líder mundial em qualidade de vida, com 1.186 entrevistados em todo o Brasil.

Entre os motivos para que o benefício não dure até fim do mês, 42,81% declaram que o valor que recebem de seus empregadores como benefício refeição é baixo, enquanto 40,5% dos entrevistados apontam como causa os preços elevados das refeições próximas ao local de trabalho, e 16,68% reconhecem que utilizam o vale-refeição também nos finais de semana, o que contribui para o término do saldo antes do tempo, na medida em que o benefício é calculado em função dos dias úteis de trabalho.

O levantamento da Sodexo Benefícios e Incentivos mostrou também que, quando o benefício acaba antes do previsto, 50,98% dos trabalhadores escolhem restaurantes mais baratos e pagam com seu próprio dinheiro. Já 40,92% optam, nesses casos, por levar marmita para o trabalho, e 6,35% abrem conta no restaurante e pagam quando recebem novamente o benefício. Apenas 1,75% pedem para um amigo pagar suas refeições até receberem o benefício.

Por outro lado, os 18,49% de respondentes para os quais o benefício dura até o final do mês dizem que procuram comer sempre em restaurantes mais baratos (59,91%), usam o benefício exclusivamente para as refeições que fazem durante o horário de trabalho (21,70%) ou então contam com restaurantes com preços acessíveis próximos ao local do trabalho (18,40%).

Segundo Fernando Cosenza, diretor de Sustentabilidade da Sodexo Benefícios e Incentivos, a pesquisa confirma dados já conhecidos. “Diante do cenário, o usuário do benefício refeição deve gerenciar seu saldo de uma forma mais consciente, lidando com o valor do seu benefício da mesma forma que ele lida com o seu saldo bancário. Buscar o melhor custo benefício na refeição também é importante. O levantamento realizado com a Sodexo Benefícios e Incentivos faz parte da postura de estar sempre em busca da melhoria da qualidade de vida de todas as pessoas. A companhia realiza várias ações para ajudar seus mais de 6,4 milhões de usuários na otimização dos valores do benefício refeição que recebem de seus empregadores.

fonte   mundorh.com.br

O custo de não se investir na saúde dos seus colaboradores

Há muito já é debatido pelos gestores e líderes empresariais que as pessoas são o maior bem de uma empresa, que são elas que fazem a diferença nas corporações e que é delas que surgem os principais diferenciais competitivos para se destacar dos concorrentes e ganhar mercado.

O conceito de aumento da produtividade e da redução de custos com acidentes e doenças no trabalho através dos investimentos na saúde dos trabalhadores também já é tema recorrente no mercado e em congressos de gestão. Mas, ainda hoje, quando um profissional apresenta um projeto de Saúde e Qualidade de Vida no Trabalho para sua diretoria, ele se depara com argumentos como “não temos como absorver esse novo custo”, justamente por muitos ainda considerarem a área um custo, e não um investimento.

A realidade é que poucos executivos fazem o exercício de calcular os custos que a sua empresa tem mensalmente com afastamentos e licenças médicas. Pensando nisso, a Qualiforma vem levantando esses custos de seus clientes nos últimos dois anos e tem obtido números impressionantes.

Em média, as empresas tem apresentado um gasto mensal entre salário mais encargos de R$ 1.800,00 para cada 100 funcionários. Tendo em vista que os primeiros 15 dias de afastamento de um funcionário é custo da empresa, e só após o décimo sexto dia esse custo passa a ser do INSS, conseguimos chegar a essa equação de custos médios mensais das empresas com os afastamentos que duram até 15 dias.

Esse é um calculo por baixo, pois além desse custo teríamos que calcular também o aumento das horas extras que a ausência de um funcionário afastado acarreta no seu setor, e algumas vezes também a contratação extra de funcionários temporários.

Os principais motivos dos afastamentos de até 15 dias (onde o funcionário não chega a ficar encostado pelo INSS) variam entre problemas de coluna, doenças derivadas de alergias respiratórias, rinites e patologias psicossomáticas como estresse, estafa e depressão.


Temos empresas em nossa carteira de clientes nas quais todo o quadro de funcionários é formado por funções administrativas de escritório, que apresentam baixo grau de risco a saúde se comparados a funcionários que trabalham embarcados, em ambientes confinados ou expostos a produtos químicos em chão de fábrica, por exemplo, e que mesmo assim chegam a ter custos mensais de mais R$ 15 mil com os afastamentos de até 15 dias.

A discussão conceitual sobre gestão de pessoas é ótima, mas o que tem feito realmente nossos projetos saírem do papel em nossos clientes tem sido a apresentação de forma tangível dos cálculos, métricas e indicadores que comprovam a necessidade e os resultados financeiros que um Programa de Qualidade de Vida traz para elas.

A diminuição das perdas financeiras com afastamentos e licenças médicas podem ser sentidas em médio prazo já ao final de um ano de projeto. Além disso, as empresas conseguem ter também um reflexo muito positivo nas negociações dos custos de reajustes com seus planos de saúde em longo prazo, à medida que conseguem diminuir o índice de sinistralidade dos seus funcionários.

Existem casos de empresas que conseguiram ficar quatro anos sem ter um centavo sequer de reajuste com seu plano de saúde após as mudanças que o Programa de Qualidade de Vida trouxe para seus funcionários. Em tempos onde temos vistos reajustes de mais de 40% nos planos de saúde corporativos, estratégias como a implementação de Programas de Qualidade de Vida com aulas de ginástica laboral, acompanhamento com nutricionistas, grupos de corrida e caminhada, têm sido muito bem aceitas.

Pesquisa aponta qualidade, limpeza e preço como prioridades na hora do almoço dos trabalhadores

O estudo, que investiga hábitos alimentares, aponta também que itens ricos em proteína, como carnes, peixes e ovos, não faltam nas compras feitas por 85% dos profissionais

67% dos trabalhadores almoçam habitualmente fora de casa e, para escolher o restaurante, baseia-se em aspectos como qualidade da comida (22%), limpeza e higiene (20%), proximidade com o local de trabalho (13%) e preço da refeição (12%). É o que indica a 2ª edição da Pesquisa Alelo Hábitos Alimentares do Trabalhador Brasileiro*, realizada pela Alelo, empresa líder no segmento de cartões-benefício, em parceria com o Conecta-i, do Instituto Ibope.

O estudo, único levantamento do gênero no país, ouviu em 2015 mais de 3 mil entrevistados, de 12 capitais brasileiras e cidades do interior, em busca de informações sobre o comportamento dos trabalhadores quanto à alimentação e à prática de atividades físicas.

A soma dos aspectos que estão nas três posições mais relevantes no momento das escolhas – indicados como 1º, 2º ou 3º critérios prioritários de decisão – mostra a qualidade (56%), a limpeza (50%) e o preço da comida (50%) como os mais importantes.

A presença do preço neste ranking de relevância reflete tanto a realidade de profissionais que recebem cartão-refeição quanto dos que não possuem o benefício. Para se ter uma ideia, segundo a Pesquisa Refeição Assert Preço Médio 2015, o valor médio nacional de uma refeição é de R$ 27,36 (o estudo considera refeição como a composição de prato principal, bebida, sobremesa e café). Este valor pode influenciar os trabalhadores na busca por uma refeição que equilibre sabor agradável com custo menor.

Restaurantes por quilo

A pesquisa da Alelo indica que a maioria dos trabalhadores brasileiros, 49%, afirma que são os restaurantes por quilo seus favoritos na hora de almoçar. Além de preferidos, tais restaurantes são também os mais frequentados, já que, quando comparados com outros estabelecimentos, são indicados por 49% dos profissionais como os locais de maior frequência durante o almoço.

O tempo disponível para fazer a refeição pode ter influência direta nessa escolha, já que 60% dos trabalhadores brasileiros têm uma hora para almoçar e 14% até meia hora – o que pode tornar os restaurantes por quilo opções mais rápidas, práticas e saudáveis.

Os buffets à vontade ocupam a segunda colocação tanto em favoritismo, com 15% da preferência dos trabalhadores, quanto em frequência, com 22% de profissionais adeptos desses estabelecimentos com oferta de autosserviço.

Os restaurantes a la carte também figuram entre os prediletos na hora de decidir onde comer. 12% dos entrevistados apontam estes restaurantes como favoritos e 6% dizem frequentá-los de forma mais assídua.

Seja qual for o modelo de estabelecimento que mais agrada, ou mesmo o que mais vezes recebe os profissionais, critérios como qualidade, higiene, proximidade com o local de trabalho e preço são sempre os mesmos para a decisão sobre o local em que comer.

Carrinho de compras

A pesquisa Alelo mapeou ainda quais os grupos de alimentos que compõem, com maior frequência, o carrinho de compras dos brasileiros. Itens ricos em proteína, como carnes, peixes e ovos são adquiridos por 85% dos profissionais em todas as vezes que fazem suas compras.

Os derivados de leite, como manteiga, queijos e iogurtes, também são consumidos em larga escala, por 80% dos respondentes. Legumes e verduras são sempre incluídos nas cestas de compras de 79% dos trabalhadores ouvidos e apenas 28% assumem adquirir com alta frequência itens congelados como lasanhas prontas e pedaços de frango empanados.

A pesquisa também aponta que:

A variedade da comida é indicada por apenas 9% dos trabalhadores como principal motivador da escolha no local onde almoçar;
39% é o índice de profissionais que afirmam evitar guloseimas no almoço;
14% dos entrevistados dizem ingerir alimentos que dão mais prazer como escolhas alimentares no almoço;
Apenas 3% dos trabalhadores indicam almoçar com maior frequência em redes de fast food, só 2% em lanchonetes e 1% em barracas ou quiosques de rua.

Sobre a pesquisa

A pesquisa Alelo Hábitos Alimentares do Trabalhador Brasileiro ouviu 3.059 pessoas, sendo 53% homens e 47% mulheres, todas economicamente ativas, com uma idade média de 38 anos (intervalo observado: de 24 a 60 anos) e residentes em 12 capitais – São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Curitiba, Salvador, Brasília, Goiânia, Campo Grande, Vitória e Belém – e em outras cidades que englobam a Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e o interior paulista. Desse grupo, 66% trabalham em regime CLT e 65% recebem algum tipo de benefício alimentação. Em relação à carga horária de trabalho, 41% trabalham de 6 a 8 horas por dia, 36% entre 8 e 10 horas diárias e apenas 7% fazem turnos de mais de 10 horas por dia.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Abílio Diniz dá as dicas para ser empreendedor de sucesso

SABER ADMINISTRAR A QUALIDADE DE VIDA E DE UM PROJETO SÃO A BASE PARA A REALIZAÇÃO DE UM EMPRESÁRIO

 Abilio Diniz (Foto: Valor/ Infoglobo)

Em seu site e em sua página no Linkedin, o empresário Abilio Diniz publica vídeos curtos, com dicas para empreendedores (ou aspirantes a) e executivos. Os temas são relacionadas ao desenvolvimento de carreira, concretização de um projeto profissional – seja um trabalho em uma grande empresa, seja a abertura de um negócio – e à qualidade de vida.
A seguir, algumas sugestões extraídas dos vídeos de Abilio para ajudá-lo a encontrar as prioridades e agir com assertividade no dia a dia.
1. Identifique e faça o que for adequado em cada fase de um projeto
“Eu sempre falo para os meus alunos, em um projeto, há três fases: a do diagnóstico; a do planejamento; e a da ação. Na primeira, do diagnóstico, temos que entender sobre o que nós estamos falando. O que pretendemos fazer? O que queremos ser? Vamos esgotar todas as informações possíveis sobre aquilo. Com base nessas informações, você vai planejar. Então, na segunda fase, a do planejamento, é quando realmente você monta o projeto. Depois de estar seguro de que é aquilo que quer, então parte para a ação.”

2. A importância de falar não
“Muita gente tem dificuldade de falar ‘não’. Claro que é muito mais legal, mais divertido e mais alegre falar ‘sim’. Mas o ‘não’ precisa ser dito, quando ele é necessário. É sua obrigação dizer não. Sua obrigação é ser claro. Mas existem várias formas de dizer ‘não’. Você pode colocar o ‘não’ de uma maneira muito positiva, até começando pelo contrário, dizendo: ‘Olha, isso poderia ser feito assim, mas na realidade, deve ser feito de outra maneira’. Toda vez que você explica um ‘não’, as pessoas o encaram bem. É um erro muito grande não dizer ‘não’ quando é necessário.”

3. A importância de ter uma vida equilibrada
“A atividade física é um dos pilares onde apoio minha vida. Inicialmente, era um prazer, uma paixão. Com o tempo, passei a encarar a atividade física dentro do meu projeto de longevidade com qualidade. Claro que se você tem um corpo saudável, acostumado à atividade física, e também a uma alimentação saudável e ao controle do sono, isso lhe dá a possibilidade de viver mais com qualidade.”

4. Controle do estresse
“O estrese não se evita. O estresse se controla e se administra. É importante saber mexer com ele – e dá para fazer isso. O grande estresse está sempre dentro de nós mesmos. Somos nós que nos impomos o estresse. Somos nós que nos impomos metas que não podemos alcançar. Somos nós que atribuímos frustrações que não precisaríamos passar. Somos nós que não sabemos lidar com nós mesmos. Uma regrinha fundamental: você só deve se estressar e se incomodar com coisas realmente muito importantes. O que é importante? Compre um caderno de 100 páginas e comece a listar o que é importante e com o que você precisa se estressar. Se pensar bem, vai escrever duas ou três linhas. As coisas importantes da vida, que realmente merecem que você se estresse e prejudique sua saúde por elas, são muito poucas. Se você se der conta disso, vai viver muito mais leve.”